quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Quando se crê

Abre-te, Mar!!!

Êxodo 13:17-15:18

O povo agora estava saindo do Egito, rumo à terra prometida.

Quando o Faraó caiu em si do que havia feito, Convocou TODO o seu exército e planejou destruir os israelitas, que agora se encontravam acampados em frente ao Mar Vermelho.

Com todo o seu exército poderoso, Faraó os encontrou... mas também encontrou o Anjo do Senhor que separou os israelitas das forças egípcias.

Sabe, assim acontece hoje. Lembre-se, o povo no Egito estava sob escravidão, doenças e miséria. Agora saiu dali com liberdade, saúde e riqueza. Quando Deus nos tira de uma situação em que sofríamos muito, Ele nos abençoa e nos conduz a um caminho de vitória. Mas o diabo não ficou feliz em nos perder e convoca todo o exército dele para nos perseguir e destruir. Precisamos ter fé para acreditar que o mesmo Deus que nos libertou maravilhosamente, será o mesmo que destruirá o exército do inimigo.

Diante de Moisés, começaram as reclamações: “Por que você nos tirou do Egito? Preferíamos ser escravos do que morrer nesse deserto...” O povo estava tomado pelo pavor das circunstâncias. O medo sufocava a fé. Mas Moisés soube que Deus estava planejando ser glorificado com a derrota do exército do Faraó. Impressionante que Moisés, um cara que foi contra a sua vontade ao Egito para libertar o povo, agora era o que mais tinha fé ali e defendia Deus no meio do povo.

Deus falou para Moisés que o povo deveria parar de reclamar e marchar adiante, e que o mar se abriria diante deles, e passariam a seco pelo meio.

Que maravilha!!! Paredes de água à direita e à esquerda. Era o povo de Deus atravessando sem se molhar e vendo um milagre ao vivo! O que antes era impossível, tornou-se possível.

Mas Deus ainda não achava que era o suficiente e removeu aquilo que impedia dos egípcios de atacarem os israelitas. Então, o exército de Faraó entrou também no caminho das águas atrás do povo de Deus. Somente para serem aniquilados, pois as águas se fecharam sobre eles. Ninguém do exército de faraó sobreviveu.

Abaixo, mais um clipe de O Príncipe do Egito”, filme que eu gosto muito:

Senhor, que a Tua mão poderosa abra o mar diante de todos os problemas que nos cercam. Que a gente veja os teus milagres hoje e te glorifique, como o Teu povo fez após assistir a derrota do seu inimigo.


---------------------------------------------------------

Curtindo o som: “Rebirthing”, de Skillet. “Rebirthing now! I wanna live my live, wanna give you everything... Breathe for the first time now I come alive somehow...”

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Liberdade!!!!

LIBERTOS, SAUDÁVEIS E RICOS

Êxodo 12:14-13:16

Faraó não conseguiu resistir à última praga, a morte dos primogênitos. Foi muita dor para o Egito. Todos os primeiros filhos e o primeiro gado dos egípcios foram destruídos. Não era pra ter sido assim, caso o coração do Faraó não fosse tão duro. Embora o Faraó tivesse conseguido racionalizar as demais pragas, não podia eliminar com racionalizações o trauma pela morte de seu próprio filho. Então ele chamou Moisés e Arão e pediu pra que os israelitas deixassem o Egito. Faraó, considerado divino no Egito, rogou a Moisés que o abençoasse.

O número total dos israelitas era aproximadamente 2 milhões de pessoas. Eles agora estavam festejando a sua saída do cativeiro. Mais de 400 anos de escravidão estavam se acabando agora. Os egípcios lhes davam objetos de valor para levarem, prata ouro e roupas, assim os israelitas os despojaram.

Onde antes havia escravidão, doença e miséria, Deus transformou em liberdade, saúde e riqueza. Eles estavam partindo para celebrar o Senhor, o Adonai que os livrou com mão poderosa do Egito, e caminhariam para a terra prometida.

Há uma música do filme “O Príncipe do Egito” que ilustra bem esse êxodo. Eu gosto muito dela. Veja o clipe abaixo:


---------------------------------------------------------

Curtindo o som: “All I Want To Do”, de Jeremy Bowser. “Cause all I want to do is love You, all I want to see is Your face, all I want to do is touch Your heart...”

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Isenção

A PÁSCOA

Êxodo 10:1-12:13

Um mega-enxame de gafanhotos e trevas palpáveis sobre o Egito ainda não foram o suficiente para amolecer o coração do Faraó. Mas ele estava preste a enfrentar a pior de todas as pragas: a morte dos primogênitos.

Deus falou a Moisés para instruir o povo a matar um cordeiro, comê-lo e passar um pouco do sangue nos umbrais das portas, como sinal de que não sofreriam a décima praga. Onde estivesse o sangue, a morte passaria adiante.

A Páscoa (que significa “poupar”, “isenção”), instituída ali, serve como uma bela ilustração da redenção realizada por Cristo no Calvário (Jo 1:29). A oferta deveria ser perfeita (Ex 12:5; 1 Pe 1:19). O cordeiro precisava ser morto (Ex 12:6; Jo 12:24, 27). O sangue tinha que ser aplicado (Ex 12:7; Hb 9:22).

Pai, ali o Senhor estava explicando como seria o resgate da alma de muitos, aquilo que o Teu Filho faria na cruz. Que coisa maravilhosa! Que o sangue Dele me proteja a cada dia.


---------------------------------------------------------

Curtindo o som: “Take me Away”, de Barlowgirl. “So maybe this time I'll find You... Just don't stop calling me to You... And I'll find my way today... Won't You take me away”

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Deixa quebrar, coração de pedra...

CORAÇÃO DURO

Êxodo 8:1-9:35

Agora as pragas começaram a invadir o Egito, por causa da dureza do coração de faraó. Ele estava acostumado com o trabalho escravo do povo hebreu e não achava que seria uma boa idéia liberá-los. Mas Deus queria que o povo saísse do Egito.

Nas primeiras pragas, o Nilo se convertendo em sangue e as rãs invadindo a terra, os macumbeiros do faraó também faziam coisas semelhantes, para mostrar que aquilo poderia ser um truque. Provavelmente faziam em pequena escala, até mesmo só conseguiram aumentar o número de rãs, mas reverter o Nilo e parar a invasão das rãs não puderam fazer. Era a mão de Deus agindo de forma poderosa no Egito.

Na segunda praga, o faraó demonstrou que liberaria o povo, chamou o Moisés e disse que “amanhã” deixaria o povo ir, mas que a praga deveria primeiro parar. Quando a praga cessou, seu coração endureceu e ele enganou Moisés, não liberando o povo de Deus. Então vieram mais calamidades. Piolhos e moscas atacaram o Egito. Nesse ponto, os macumbeiros do faraó entregaram os pontos e não conseguiram fazer a mesma coisa; agora já diziam ser aquilo o “dedo de Deus”. Mas o Senhor guardava o Seu povo, de maneira que as pragas atingiam toda a terra, menos o lugar onde os israelitas estavam.

Várias outras pragas vieram sobre o Egito, mas o coração de faraó ainda ficava endurecido.

Persistência. Moisés estava aprendendo com toda essa situação a ser persistente. Sabe, mesmo que os problemas demorem para se resolverem, ainda assim precisamos acreditar e agir de maneira que eles cessarão. Não devemos desistir na primeira “dureza de coração” das adversidades.


---------------------------------------------------------

Curtindo o som: “Strong Tower”, de Kutless. “I go running to Your mountain, where your mercy sets me free... You are my strong tower... Shelter over me. Beautiful and mighty, Everlasting King...”

domingo, 28 de janeiro de 2007

"You know my Name"

ALIANÇA COM NOME DE PESO

Êxodo 5:22-7:25

Indo ao Egito praticamente contra a sua vontade, Moisés agora também contava com a insatisfação do povo hebreu, o qual não ficou nada feliz quando soube que o Faraó havia dobrado o trabalho por causa do pedido de Moisés ao Rei, pra deixar o povo ir.

Aí o reclamão do Moisés chegou pra Deus todo chateado: “Porque me enviaste? As coisas só pioraram e Tu não libertaste ninguém...” Mas ele não contava com a Poderosa mão de Deus que agora começaria a castigar o Egito, por causa da dureza do coração do Faraó.

Deus falou uma coisa que eu achei muito interessante. Ele disse que havia aparecido para Abraão, Isaque e Jacó, que era conhecido por ser o Deus deles, mas nunca havia revelado pra eles o Seu nome, Yahweh. Mas para Moisés ele fez isso. Revelar o nome significa ter intimidade. Naquele tempo o nome era muito importante, principalmente no peso das alianças, dos contratos. Deus estava mostrando a Moisés que, embora este estivesse insatisfeito por ter ido ao Egito, ele estava conhecendo a importância de uma aliança e das promessas de um Deus que se importa com Seu povo. Aquela libertação requeria um nome de peso, a assinatura de Deus.

Tempo desses eu fui assistir o 007 Cassino Royale (na verdade, já vi duas vezes) e a música dos créditos iniciais falava “you know my Name” (“você conhece meu nome”), uma referência ao peso do nome de James Bond, um ícone da espionagem.

Jesus, significa “o Senhor salva”. Esse nome foi revelado a nós. E à menção do nome de Jesus, as pessoas são libertas de doenças, demônios e de todo mal. Nós temos intimidade com Ele. Isso era o que Deus estava querendo mostrar para Moisés. Intimidade na autoridade do Seu nome.

Pai, que eu dê a importância devida ao Teu nome na libertação das pessoas. Que eu entenda que o Senhor se fez íntimo de mim e que, para isso, me revelou o Teu nome. Obrigado!

O PERDÃO

Mateus 18:21-19:12

Sabe aquele tipo de pergunta com resposta óbvia que a gente faz pra Deus? Pois é, Pedro fez uma desse tipo pra Jesus: “Quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?”

Talvez sete vezes para Pedro já fosse algo além do limite, mas ouviu de Jesus que não até sete, mas setenta vezes sete. WOW!

Jesus contou a estória do servo impiedoso que teve uma dívida monstruosa perdoada pelo Rei, mas que maltratou um amigo que lhe devia uma mixaria comparada com sua antiga dívida. No que o Rei depois de saber disse: “Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. Você não deveria ter tido misericórdia do teu conservo como tive de você?” E sofreu um castigo cruel.

“Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar DE CORAÇÃO a seu irmão.”

Senhor, que eu reconheça quão grande foi o Teu perdão pelos meus pecados e que possa perdoar de coração àqueles que têm pisado na bola comigo.


---------------------------------------------------------

Curtindo o som: “Come see”, de Michael W. Smith. “Come near, come weary and ashamed, come near... His arms are open... His arms are open...”

sábado, 27 de janeiro de 2007

Sem desculpas

SEM DESCULPAS

Êxodo 4:1-5:21

As desculpas de Moisés continuavam. “Mas se não acreditarem em mim?”. Então Deus perguntou: “que é isso em sua mão?” Tudo o que precisamos é o que temos em nossa mão. O resto é com Deus. Na multiplicação dos alimentos, Jesus também fez uma pergunta parecida: “quantos pães vocês tem?”. Precisamos acreditar nessa verdade, de que Ele nos usa com o que temos em mãos.

Outra desculpa foi: “não consigo falar bem!” No que Deus respondeu: “Quem deu boca ao homem? Quem o fez surdo ou mudo? Quem lhe concede vista ou torna cego? Não sou eu, o Senhor?” Lembrei do que Jesus disse aos discípulos que quando eles estivessem diante de reis e poderosos que não se preocupassem com o que falar, pois o Espírito Santo é quem falaria por eles, poria palavras na boca deles. Sem desculpas.

Mas o Moisés não tava era a fim de ir mesmo. Finalmente soltou a final: “Envies outra pessoa”. Mano, você não tem noção de como isso deixa Deus irritado. Ele providenciou outro pra falar, Arão, irmão de Moisés, mas não dispensou este nosso envergonhado amigo cheio de desculpas.

Moisés saiu dali com uma grande missão. Retirar o povo de Deus do Egito, com sinais e maravilhas. E isso não seria fácil...

Pai, que eu não invente desculpas para realizar a Tua obra, nem te irrite com isso. Sei que tudo está no Teu controle e é o Senhor quem realiza a obra.


---------------------------------------------------------

Curtindo o som: “One Way”, de Hillsong United. “In troubled times it's You I seek... I put You first that's all I'll need... I humble all I am, All to You!”.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Jesus e os jovens

QUEM? EU???

Êxodo 2:11-3:22

Muitos anos se passaram desde o tempo de José. Agora um novo rei governava o Egito. Ele temia que os israelitas ficassem mais poderosos que os egípcios e os colocou sob jugo de escravidão.

A vida dos descendentes de Jacó virou uma calamidade. Agora escravos, clamavam a Deus por libertação. Deus ouviu a sua oração e levantou Moisés, um hebreu criado pela princesa egípcia para libertar o povo.

Mas Moisés não foi um cara fácil pra Deus. Sobrevivente de uma chacina de meninos naquela terra, Moisés tornou-se fugitivo do Egito por ter matado um egípcio. Ele exilou-se no deserto e teve ali, diante de uma sarça ardente, um encontro com Deus que revelou que ele seria o libertador dos hebreus.

Moisés não gostou nada da idéia e começou a inventar desculpas para não fazer o trabalho. Quando disse para Deus que não seria capaz de fazer aquilo, o Senhor disse que estaria com ele. Quando disse “e se o povo perguntar qual o nome do Deus que te enviou?” O Senhor disse: “Eu sou o que sou. EU SOU me enviou a vocês”. O nome de Deus ali é Yahweh que significa “Eu sou Aquele que é”, ou seja, isso enfatiza a auto-existência ativa e dinâmica de Deus. Muitas outras desculpas ainda viriam pela frente...

Sabe, às vezes somos assim também. Inventamos toda sorte de desculpas para não fazermos a vontade de Deus. “Estou doente”, “não tenho tempo”, “trabalhando muito”, “estudando muito”, “não falo direito”, “sou pobre” etc etc. Mas precisamos entender que Deus é o que efetua tanto o querer quanto o realizar (Fp 2:13). É Ele quem capacita e quem faz todo o trabalho, somos apenas o canal. Moisés precisava saber disso, eu também preciso entender mais disso em minha vida.


JESUS E OS JOVENS

Mateus 17:10-27

Quando Jesus chegou com os seus discípulos em Cafarnaum, cobraram dele e de Pedro o imposto das duas dracmas, o famoso imposto do templo. Mas, porque Jesus pagou apenas o imposto dele e de Pedro?

O imposto das duas dracmas era cobrado de homens com idade acima dos 20 anos (Ex 30:13-14). Esse imposto ajudava a manter o templo.

Se pararmos para refletir nisso tudo, chegaremos à conclusão de que somente Jesus e Pedro possuíam mais de 20 anos. Somente eles dois pagaram o imposto. Acredito assim, que os outros discípulos de Jesus eram jovens. Bem jovens, por sinal. Talvez João tivesse entre 14-15 anos.

Não é impressionante? Deus se fez carne, habitou em nosso meio e escolheu 12 jovens para andar com ele, ensiná-los e confiar a expansão do Reino nas suas mãos. Ele acredita nos jovens!

Pai, que essa geração entenda que o Senhor os chama jovens para realizarem a Tua obra. Que eles aceitem o Teu chamado e causem uma revolução nessa Terra, assim como aqueles jovens fizeram naquele tempo.


---------------------------------------------------------

Curtindo o som: “History Maker”, de Delirous? “I'm gonna be a history maker in this land… I'm gonna be a speaker of truth to all mankind”.